A FORMAÇÃO DO TIME DA ABERTURA DEMOCRÁTICA

A FORMAÇÃO DO TIME DA ABERTURA DEMOCRÁTICA

Postado em:
Blog - Curiosidades
- 10/05/2021 19:00:44

César; Zé Maria, Gomes, Wagner e Wladimir; Biro-Biro, Sócrates e Zenon; Eduardo, Mário e Joãozinho. Esse era o time considerado titular por Mario Travaglini, mas, segundo ele, faltava mais um centroavante. E, junto com Adílson, segurou Walter Casagrande Jr., que voltava de um empréstimo na Caldense (MG) e não tinha intenção de ficar no Parque São Jorge. 

Os três primeiros jogos do Corinthians na Taça de Prata preocuparam. O time ganhou do América (RJ), mas empatou com dois adversários medíocres (Colatina-ES e Catuense-BA) – um deles, em casa. Era preciso discutir e encontrar as razões de a equipe ter jogado tão abaixo de suas possibilidades. Adílson abriu a conversa, mas quase ninguém falou. Wladimir e Sócrates falaram. Apontaram falhas e seguiram na mesma direção: tinham que jogar solidariamente, cada um ajudando o outro. O individualismo não servia para eles.

Naquele ano, a CBF havia definido que os campeões dos grupos da Taça de Prata se classificariam para as fases decisivas da Taça de Ouro. Mas, para isso acontecer, o Corinthians precisava começar a fazer gols e vencer seus jogos. Contra o Guará (DF), o Timão contou com a energia contagiante de Casagrande, então com 18 anos. Ele fez sua estreia no comando do ataque, no lugar de Mário. E o resultado foi avassalador: Corinthians, 5x1, com quatro gols do jovem centroavante.  

A entrada de Casagrande alterou a atmosfera do time em campo. Ele e Sócrates se entenderam imediatamente e as jogadas passaram a fluir com naturalidade. Depois do Guará, o time enfileirou três vitórias seguidas. 

Crédito da Foto: Gazeta Esportiva / Acervo Gazeta Press
Texto: Adilson Monteiro Alves

Quer saber mais? 
Assine o Timão Box e receba em casa o livro sobre a Democracia Corinthiana. Além do livro, um par de ingressos para o Memorial e itens exclusivos.
www.timaobox.com.br